Balança comercial registrou superávit de US$ 2,010 bilhões

Balança comercial registrou superávit de US$ 2,010 bilhões
Fonte: MDIC, 25/02/2019.

Arte: Divulgação.

Arte: Divulgação.

“Na quarta semana de fevereiro de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,010 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 5,069 bilhões e importações de US$ 3,059 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 13,785 bilhões e as importações, US$ 10,194 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,591 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 32,364 bilhões e as importações, US$ 26,580 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,784 bilhões.

ANÁLISE DA SEMANA
A média das exportações da 4ª semana chegou a US$ 1,013 bilhão, 28,0% acima da média de US$ 792,4 milhões até a 3ª semana, em razão do aumento nas exportações das três categorias de produtos: manufaturados (+32,4%, de US$ 307,9 milhões para US$ 407,6 milhões, em razão, principalmente, de aviões, gasolina, motores e turbinas para aviação, máquinas e aparelhos para terraplanagem, produtos laminados planos de ferro/aço), básicos (+25,2%, de US$ 384,6 milhões para US$ 481,5 milhões, por conta de soja em grão, petróleo em bruto, minério de cobre, minério de manganês, bovinos vivos) e semimanufaturados (+24,8%, de US$ 99,8 milhões para US$ 124,6 milhões, em razão de celulose, ferro fundido bruto e ferro spiegel, açúcar de cana em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, semimanufaturados de ferro/aço).

Do lado das importações, apontou-se retração de 5,7%, sobre igual período comparativo (média da 4ª semana, US$ 611,8 milhões sobre média até a 3ª semana, US$ 648,6 milhões), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com combustíveis e lubrificantes, químicos orgânicos e inorgânicos, equipamentos eletroeletrônicos, plásticos e obras, cobre e suas obras, aeronaves e peças.

ANÁLISE DO MÊS
Nas exportações, comparadas as médias até a 4ª semana de fevereiro/2019 (US$ 861,5 milhões) com a de fevereiro/2018 (US$ 967,2 milhões), houve queda de 10,9%, em razão da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-22,9%, de US$ 439,9 milhões para US$ 339,1 milhões, por conta de plataforma para extração de petróleo, automóveis de passageiros, tratores, veículos de carga, açúcar refinado) e semimanufaturados (-14,2%, de US$ 125,3 milhões para US$ 107,5 milhões, por conta de açúcar de cana em bruto, óleo de soja em bruto, celulose, produtos semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas). Por outro lado, aumentaram as vendas de produtos básicos (+9,4%, de US$ 379,4 milhões para US$ 414,9 milhões, por conta, principalmente, de soja em grão, milho em grão, minério de ferro, algodão em bruto, café cru em grão. Relativamente a janeiro/2019, houve crescimento de 2,0%, em virtude dos aumentos nas vendas de produtos básicos (+9,8%, de US$ 377,9 milhões para US$ 414,9 milhões) e manufaturados (+1,6%, de US$ 333,7 milhões para US$ 339,1 milhões). Por outro lado, reduziram as vendas de produtos semimanufaturados (-19,0%, de US$ 132,8 milhões para US$ 107,5 milhões).

Nas importações, a média diária até a 4ª semana de fevereiro/2019, de US$ 637,1 milhões, ficou 20,4% abaixo da média de fevereiro/2018 (US$ 800,6 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-26,1%), equipamentos elétricos e eletrônicos (-13,2%), veículos automóveis e partes (-19,3%), equipamentos mecânicos (-8,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (-7,7%). Ante janeiro/2019, houve queda de 14,5%, pelas diminuições em aeronaves e peças (-44,8%), equipamentos elétricos e eletrônicos (-11,5%), combustíveis e lubrificantes (-9,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (-8,2%), plásticos e obras (-4,7%)”.

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